Ingredientes: (para 1 pessoa) bolo: 2 c. (de sopa) de farinha de espelta; 1 c. (de sopa) de farinha de trigo integral; 1 c. (de sopa) de açúcar de coco; 1 c. (de sopa) de óleo de coco derretido; 1 c. (de sopa) de bebida de amêndoa; 1 ovo; 1 c. (de café) de extracto de baunilha caseiro; 1 c. (de café) fermento em pó;
cobertura: 2 c. (de chá) de creme de cacau e avelãs bio; 1 c. (de café) de óleo de coco derretido; lascas de coco torrado q.b.
Preparação:
Numa taça colocar o ovo, a bebida de amêndoa, o óleo de coco e o extracto de baunilha e misturar tudo muito bem. Adicionar os restantes ingredientes e mexer bem, até obter uma massa uniforme.
Passar uma caneca por água gelada e verter a massa lá para dentro. Levar ao micro-ondas, em potência máxima, durante 90 segundos, até o bolo estar cozido.
Entretanto, preparar a cobertura levando o óleo de coco e o creme de cacau e avelãs ao micro-ondas durante 1 minuto, e mexendo até obter um creme homogéneo.
Desenformar o bolo de caneca para um prato e cobrir com o creme derretido e lascas de coco torrado.
1 lata de bebida de arroz (medida da lata do leite condensado);
5 ovos grandes;
75g de coco ralado;
40g de cacau magro em pó;
50g açúcar de coco;
1 c. (de chá) de Maisena;
coco ralado q.b.
Preparação:
Pré-aquecer o forno a 170ºC. Forrar uma tarteira (de fundo amovível) com a massa quebrada (com o papel que traz) e picar o fundo da massa com um garfo; reservar. Numa taça bater o açúcar, o coco, os ovos e o leite condensado.
Adicionar a Maisena e o cacau previamente dissolvidos num pouco da bebida vegetal (para não ganhar grumos) e, por ultimo, a restante bebida e voltar a bater até ficar tudo bem incorporado. Verter o preparado na tarteira e levar ao forno a cozer por 35 minutos (não deve ficar demasiado cozida, apenas firme). Retirar do forno e deixar arrefecer. Retirar o papel vegetal com cuidado e desenformar para um prato. Antes de servir, polvilhar com coco ralado a gosto e cortar em fatias.
125ml de sumo de laranja (o equivalente a 2 laranjas); 250g de iogurte natural (2 copinhos); 50g de sementes de papoila; 125g de margarina; 200g de açúcar amarelo; raspa de 1 laranja; 4 ovos médios; 200g de farinha de trigo (para bolos); 100g de farinha de espelta; 50g de farinha de trigo integral; 10g de fermento em pó; açúcar em pó q.b. (opcional).
Preparação:
Misturar o sumo de laranja com o iogurte e as sementes de papoila e reservar. Bater a margarina com o açúcar e a raspa de laranja. Adicionar os ovos, um a um, batendo a cada adição. Juntar a mistura de sumo de laranja e iogurte. Adicionar as farinhas e o fermento em pó e incorporar bem. Colocar a massa numa forma de buraco, untada com margarina (ou óleo em spray). Levar ao forno, previamente aquecido a 170ºC, durante cerca de 45 minutos. Antes de retirar o bolo do forno verificar a cozedura com um palito. Retirar, deixar arrefecer ligeiramente e desenformar. Deixar arrefecer em cima duma grelha e polvilhar com açúcar em pó no momento de servir.
250g de açúcar 250g de manteiga 600g de farinha 3 ovos raspa da casca de 1 limão grande
Preparação:
Bater o açúcar com os ovos. Adicionar a manteiga derretida e já fria. Juntar a raspa do limão e a farinha e amassar. Moldar bolachinhas. (A receita original mandava desenhar os biscoitos com um saco de pasteleiro, ficavam pareciam umas rosquinhas estriadas, mas eu não fui capaz de fazer).
Levar ao forno a 200º até ficarem loirinhos, o que demora cerca de 10 minutos.
Preparação: Cortar as pêras-abacate ao meio e retirar o recheio com uma colher. Colocar numa taça e regar com sumo de limão a gosto. Acrescentar o cacau, o xarope de agave, a canela e o gengibre a gosto. Triturar tudo com a varinha mágica e provar para rectificar algum tempero se necessário. Guardar em frascos de vidro no frigorífico e/ou congelador. Para comer como se fosse 'mousse', 'gelado' (se guardar no congelador) ou barrar no pão ou em tostas/bolachas. Nota: no frigorífico convém consumir no prazo máximo de uma semana.
No tempo dos morangos, há que usá-los em tudo... Onde eles ficam sempre bem é a coroar uma pavlova.
Ingredientes:
6 claras 230 g de açúcar 1 colher de sobremesa de vinagre ou sumo de limão 1 colher de sobremesa de amido de milho 1 colher de sobremesa de extrato de baunilha
Cobertura:
2 pacotes de natas 50 g de açúcar em pó doce de morango qb morangos qb
Preparação:
Bater as claras em castelo. Depois, ir adicionando o açúcar, batendo sempre até a mistura ficar espessa, brilhante e não se sentir o açúcar. Juntar depois o vinagre e o amido de milho e envolver bem nas claras.
Desenha-se um círculo em papel vegetal, com cerca de 22 cm de diâmetro (pode usar-se um prato como medida). Deitar a massa às colheradas dentro do círculo, fazendo uma covinha no meio para depois cobrir com o chantilly. Deve ter-se o forno aquecido a 150º e, logo que se mete lá a pavlova deve baixar-se a temperatura para os 100º. A pavlova deve ficar no forno cerca de 1 hora. Nessa altura desliga-se o forno mas a pavlova deve lá ficar até arrefecer completamente (ou de um dia para o outro).
Perto da hora de servir, faz-se o chantilly para a cobrir. Na minha pavlova sobre o chantilly pus morangos partidos e ainda algum doce de morango.
2 tabletes de chocolate de leite com avelâs (200g);
120g de chocolate para culinária;
2 c. (de sopa) de margarina;
5 ovos grandes;
2-3 suspiros.
Preparação:
Partir as tabletes de chocolate em quadradinhos e levar, juntamente com a margarina, a derreter em banho-maria, mexendo de vez em quando.
Retirar do calor e deixar arrefecer um pouco.
Separar as claras das gemas, batendo ligeiramente estas últimas.
Temperar as gemas com uma colher do chocolate derretido, mexendo bem.
Misturar as gemas com o chocolate derretido, incorporando bem.
Bater as claras em castelo firme; envolver as claras, em três vezes, no creme de gemas e chocolate, até obter um creme homogéneo.
Colocar metade da mousse numa taça de servir e polvilhar com metade dos suspiros (anteriormente desfeitos em migalhas, dentro de um saco, com o rolo da massa); verter a restante mousse e cobrir com as restantes migalhas de suspiro.
Cobrir com película aderente e levar ao frigorífico até ao momento de servir (fi-lo no dia anterior).